Como me tornei um Desenvolvedor na DBC Company

Postado por DBC Company Em: Capacitação, Desenvolvimento, Gestão de Pessoas Sem comentarios

Há pouco mais de dois anos decidi que era hora de mudar de carreira e buscar algo novo. Trabalhando com vendas, vi que gostava de lidar com pessoas, mas que não me dava bem com os altos e baixos da profissão, ainda mais considerando um país em crise. Queria ir para uma área um pouco mais técnica na qual eu pudesse me especializar em algo que eu conseguisse ser realmente bom. Na busca por um novo caminho, me deparei com as possibilidades na área de TI e gostei bastante do que vi: Sempre gostei muito da ideia de construir aplicações que fossem utilizadas por pessoas e empresas. Dessa forma, “bati o martelo” e me matriculei no curso de Sistemas para Internet no IFRS.

Após alguns semestres adquirindo conhecimento na faculdade, resolvi me lançar no mercado de trabalho. Apesar de várias tentativas, o fato de estar começando foi um impedimento, já que muitas das oportunidades que apareciam exigiam algum tipo de conhecimento prévio muito mais aprofundado. O que eu precisava era ter algum tipo de oportunidade onde poderia aprender.

As dificuldades perduraram até que, num determinado dia, durante um dos períodos na faculdade, fiquei sabendo que ao invés da aula iríamos assistir a palestra sobre a oportunidade em uma empresa de Porto Alegre que iria iniciar um programa de estágio: o Vem Ser DBC. Assisti ao que o pessoal do RH tinha para dizer e gostei bastante, os valores da empresa pareciam muito alinhados aos meus, além do fato que se fosse aprovado eu conseguiria ter uma chance de profissionalização e aprendizado, o que era minha prioridade. No dia seguinte fiz minha inscrição por e-mail.

O dia de processo seletivo foi interessante: Confesso que fiquei um tanto intimidado ao saber da quantidade de pessoas que estavam pleiteando uma vaga assim como eu. Tal intimidação, porém, sumiu ao conseguir perceber que a seleção visa muito mais na construção de um perfil de profissional do que criar um ranking de quem sabe mais um determinado assunto ou outro, o que torna o processo muito mais justo e me deixou muito mais tranquilo para participar e acabar sendo selecionado.

Em setembro de 2018 comecei no treinamento junto com outras 13 pessoas. Durante três meses passaríamos a estudar muitos assuntos e tecnologias que, em um curso superior regular como o que eu faço, demoraríamos quase 4 semestres. Nesse período foram três módulos técnicos (Orientação a Objetos, front-end com Vue.Js e back-end com Spring Boot), junto da elaboração do projeto final, onde colocamos em prática tudo que foi aprendido. Além disso, tivemos os módulos de Gestão de Pessoas e DBC Ágil, onde foi apresentado a metodologia de trabalho da empresa.

Desta forma, é seguro dizer que as quantidades de conteúdos fazem o ritmo do Vem Ser ser mais acelerado, o que me trouxe dificuldades do começo. Precisei sair da zona de conforto para conseguir assimilar mais rápido alguns conceitos que eu, normalmente, demoraria alguns dias para conseguir “digerir”. Nessas dificuldades, inclusive, fui muito bem acolhido pelos facilitadores do treinamento, que estão cientes dessas dificuldades mas fornecem os devidos subsídios para superar dificuldades. Também tive a ajuda dos outros participantes: pelas dificuldades que acabam surgindo, as pessoas envolvidas com o treinamento se reúnem para conseguir atingir objetivos em comum e crescerem juntos. Nisso, meus colegas acabaram virando amigos duradouros.

Também precisei reorganizar minha rotina, de modo que tive que otimizar meu tempo para conseguir estudar mais os conceitos passados. Foram vários feriados, finais de semana, madrugadas estudando. Precisei mergulhar “de cabeça”, me dedicando 100% para que conseguisse aprender as tecnologias que vimos e que conseguisse me profissionalizar.

Hoje, passado pouco mais de um ano e já trabalhando como Desenvolvedor de Sistemas na DBC, alocado em um cliente, posso dizer que a época do Vem Ser foi sensacional para o meu desenvolvimento profissional: consegui construir uma aplicação do zero com Java, me apaixonei por Javascript graças ao Vue.Js e aprendi a trabalhar com tecnologia em equipe. Mesmo com algumas dificuldades, tive suporte, consegui aprender muito e pude ver que conseguia fazer muito mais do que achava que pudesse fazer. Foi desafiador, mas tenho certeza que repetiria o treinamento, se pudesse.

Por Henrique Kalife, ex Vem Ser e Desenvolvedor de Sistemas na DBC.

henrique.kalife@dbccompany.com.br

 

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